quinta-feira, 31 de março de 2011

PRETA GIL


PUTZ...
Acho muito relevante publicar comentários sobre o que aconteceu à Preta Gil nesta semana.

Pra quem não está sabendo, leia em: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/896285-fui-injustamente-agredida-diz-preta-gil-sobre-bolsonaro.shtml

PRETA GIL, MANDO A VOCÊ TODA MINHA SOLIDARIEDADE.

Com certeza não foi por acaso que o CQC resolveu entrevistar o Bolsonaro. Claaro que eles escolheriam alguém bem polemico por alguma razão.

Prestem bem atenção no que aconteceu.
Preta Gil pergunta: Qual seria sua reação se seu filho se apaixonasse por uma NEGRA.
E o que o cavalo responde? Leia: 'Preta, não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Eu não corro esse risco e meus filhos foram muito bem educados. E não viveram em ambiente como lamentavelmente é o teu.'

Então, sacaram? Ele simplesmente ligou a palavra NEGRA com PROMISCUIDADE. Depois disse que não corre o risco. Risco de quê? Um cara se apaixonar por uma negra é igual contrair uma doença? E só quem é mal educado se apaixonaria por uma negra? E os negros vivem todos em um ambiente ruim como supostamente a Preta vive?
Qualquer um entende isso. Depois ele veio com a desculpa de que achou que a Preta estivesse falando de GAYS.

Tipo, se fez de besta pra melhor passar hein? CAVALO, CAVALO, CAVALO.
Ou então é BURRO mesmo.

Fico muito triste porque existem milhões de pessoas assim no mundo. Mas eu acredito firmemente que aqui se faz, aqui se paga. A Preta Gil entrou sabiamente com um processo contra ele, e qualquer alegação de mal entendido por parte dele vai ser considerada improcedente. Porque tem que ser muito tapado pra não entender a pergunta que ela fez, mais tapado ainda pra dar uma resposta daquelas e 100% mais do que tapado pra depois alegar que não entendeu.

E ainda bem que tem bastante gente reagindo a esses absurdos. E outros tantos idiotas apoiando o Bolsonaro, é de ficar de queixo caído lendo os comentários à notícia. Machismo, sexismo, racismo, homofobismo, falsa moralidade e ética.

Mas ainda bem que o mundo ainda é como a campanha da Coca-cola, que mostra que ainda existe mais bem do que mal.

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